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Saúde 20 de julho de 2019 Leidiana Fortaleza

Síndrome do Esgotamento Profissional ou Síndrome de Burnout

A Síndrome do Esgotamento profissional, também conhecida como síndrome de BURNOUT, está relacionada a excessivos e prolongados níveis de tensão e estresse no trabalho.

Síndrome do Esgotamento Profissional ou Síndrome de Burnout
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A Síndrome do Esgotamento profissional, também conhecida como síndrome de BURNOUT, está relacionada a excessivos e prolongados níveis de tensão e estresse no trabalho. O termo burnout é definido como aquilo que deixou de funcionar por absoluta falta de energia. Mais informações https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout/

As características individuais associadas as do ambiente de trabalho desencadeiam os sintomas dessa síndrome, que são a exaustão emocional, o distanciamento afetivo e a baixa satisfação profissional.

A exaustão emocional é caracterizada por sentimentos de desesperança, solidão, raiva, irritabilidade, tensão, impaciência, sensação de baixa energia, fraqueza, preocupação, dores de cabeça, náuseas, tensão muscular, dor lombar ou cervical e distúrbios do sono. O distanciamento afetivo desencadeia uma sensação de indiferença para com os outros, fazendo com que a presença das pessoas seja desagradável e indesejada. E a baixa satisfação profissional é descrita como uma percepção de que muito pouco tem sido alcançado e o que é realizado no trabalho não tem valor. Outras informações: https://www.tuasaude.com/sindrome-de-burnout/

Síndrome de Burnout: Entenda esse mal que assola médicos e demais profissionais da saúde!

Os fatores de risco associados ao burnout são divididos em fatores individuais e organizacionais. Dentre os fatores individuais os mais importantes são o estilo de vida, o histórico de doenças mentais e as relações interpessoais. Pessoas que praticam atividade física, que não tem histórico de doenças mentais e que possuem um bom vínculo familiar e social, apresentam menor risco de desenvolverem o burnout. Entre os fatores organizacionais estão o baixo nível de autonomia do funcionário, a sobrecarga de trabalho, as relações entre os colegas de trabalho e a burocracia no trabalho.

O tratamento se baseia principalmente na mudança do estilo de vida do paciente. A prática de atividade física é fundamental para a melhora do quadro. Também é importante a retomada de hábitos que tragam prazer, a religiosidade, a meditação, a psicoterapia e o acompanhamento médico. É importante aprender a dizer não, se organizar, lembrar que o dia só tem 24 h e que não é possível aceitar todos os compromissos. 

 

Leidiana  Fortaleza
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Leidiana Fortaleza

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